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Assembleia Socioanalitica discute elaboração de Portfólio de Medicamentos da Biodiversidade

014Alunos do Curso de Especialização em Gestão da Inovação em Fitomedicamentos,
profissionais do Núcleo de Gestão em Biodiversidade e Saúde de Farmanguinhos
(NGBS) e convidados promoveram (25 e 26/06) a atividade Assembleia Socioanalítica -
Elaboração do Portfólio Nacional de Projetos de Inovações de Medicamentos da
Biodiversidade – RedesFito.

Segundo a coordenadora do curso, Regina Nacif, a assembleia foi um momento
para compartilhar conhecimento e um exercício, para a elaboração do
Portfólio Nacional de Projetos de Inovação em Medicamentos da Biodiversidade. O evento foi organizado pelos alunos
com a orientação dos professores Patrice Ville e Christiane Gillon, da Universidade Paris VIII e Maria da Conceição
Monteiro, responsável pelo projeto Socioanálise – NGBS/Fiocruz.

A Assembleia foi aberta pelos alunos e teve como convidados palestrantes o Coordenador do NGBS,
Glauco Villas Bôas, que abordou o tema O portfólio Nacional de Inovação em medicamentos da biodiversidade:
uma ação em rede
; o professor da UFRJ, Jose Eduardo Cassiolato, que palestrou sobre A Perspectiva da
Sustentabilidade nas Políticas de CT&I no Brasil
e a representante da Centroflora, Candice Baloni, falando sobre
A biodiversidade na inovação farmacêutica.

O que é o Portfólio

De acordo com Villas Bôas, o portfólio é um projeto das RedesFito que tem como objetivo organizar
novos projetos para o desenvolvimento de medicamentos da biodiversidade, elaborados com a participação
e cooperação das cadeias produtivas e de desenvolvimento tecnológico de cada bioma brasileiro.

Glauco explica que, apesar da crise econômica, o contexto é favorável para a produção e o desenvolvimento
tecnológico, voltados aos medicamentos da biodiversidade. “Verifica-se mais do que uma janela de oportunidade,
uma verdadeira pressão de transformação em curso, especialmente depois de 2013 (Rio+20), quando os riscos
trazidos pelas mudanças climáticas foram reconhecidos e a sustentabilidade passou a ocupar um lugar estratégico
nas agendas dos governos”.

As vertentes evolucionárias apontam, há décadas, para o “esverdeamento” da economia. Considerando a teoria
dos paradigmas tecnológicos estaríamos numa transição para o paradigma verde. O Brasil é um país mega diverso
com o potencial de liderar um caminho direcionado para o conhecimento da biodiversidade, o aprendizado e a
inovação. As estratégias traçadas para as políticas de CTI&S apontam para a sustentabilidade, reservando
um amplo espaço para a discussão da biodiversidade brasileira, ressalta Glauco.

O resultado das discussões e as propostas feitas durante a Assembleia serão sistematizadas por biomas e
encaminhadas como sugestões à Presidência da Fiocruz.






Fonte:
http://redesfito.far.fiocruz.br/

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