Ultimas Notícias

Confira as ultimas notícias cadastradas!



Pós Graduação lato sensu em Plantas Medicinais

Universidade Federal de Lavras – UFLA

A Universidade Federal de Lavras - UFLA, instituição federal de ensino superior, com sede e foro na cidade de Lavras, Estado de Minas Gerais, criada pela Lei nº 8.956 de 15 de dezembro de 1994, por transformação da Escola Superior de Agricultura de Lavras, fundada em 1908, federalizada pela Lei no 4.307 de 23 de dezembro de 1963 e transformada em autarquia de regime especial pelo Decreto no 70.686 de 07 de junho de 1972; é pessoa jurídica de direito público, regendo-se pela legislação federal vigente, por este Estatuto, pelo Regimento Geral e pelas resoluções e normas emanadas dos Conselhos Universitários e de Ensino, Pesquisa e
Extensão.
Fundada em 1908, sob o lema do Instituto Gammon: “Dedicado à Glória de Deus e ao Progresso Humano”, a Escola Agrícola de Lavras, depois Escola Superior de Agricultura de Lavras (ESAL) e, hoje, Universidade Federal de Lavras (UFLA), é um exemplo vivo da concretização dos ideais de seu fundador, Dr. Samuel Rhea Gammon, e de seu primeiro diretor, Dr. Benjamin Harris Hunnicutt.

Neste século de existência, a Universidade Federal de Lavras consolidou-se pelo seu pioneirismo na extensão - promoveu a Primeira Exposição Nacional do Milho e a Primeira Exposição Agropecuária do Estado de Minas Gerais, introduziu o primeiro silo aéreo para armazenagem de grãos no Estado e também um dos primeiros tratores a arar terras brasileiras, e editou a primeira revista de Minas Gerais direcionada ao produtor rural -, pela extraordinária geração de conhecimentos científicos e tecnológicos, mas, acima de tudo, pela qualidade do ensino na formação de seus alunos, os quais, razão maior da existência da Instituição, têm se constituído, ao longo dos anos, em atores importantes da reconhecida excelência da Universidade.

Para mais informações acesse o link : http://www.sendspace.com/file/rkxpwy

 
Boletim PLANFAVI Nº 18

Farmacovigilância de Plantas Medicinais


Recentemente foi publicada a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS, que visa as opções terapêuticas oferecidas aos usuários, com garantia de acesso a plantas medicinais e fitoterápicos com segurança, eficácia e qualidade. Dentro deste contexto, a farmacovigilância de fitoterápicos merece
uma atenção crescente.

É muito divulgada a idéia de que tratamentos com medicamentos fitoterápicos são de baixo risco, quando comparados aos sintéticos; entretanto, trata-se de um
problema sério de saúde pública. Os medicamentos fitoterápicos regularizados, ou seja, registrados na ANVISA ou manipulados em farmácias, podem apresentar reações adversas provindas de seus próprios constituintes, interações com outros medicamentos e alimentos, características genéticas ou condições fisiológicas do
usuário, erros de prescrição e automedicação. Além desses, tem-se ainda que se preocupar com diversos produtos não regulados no mercado, produzidos a partir de plantas medicinais, que apresentam riscos adicionais ligados a falta de qualidade, como o uso de espécies não desejadas, contaminações, modo de uso diferente do
tradicional e alegação de benefícios irreais.

No Brasil, fitoterápicos podem ser obtidos na forma de produtos manipulados ou industrializados e serem cadastrados como alimentos, cosméticos ou registrados como medicamentos. Produtos com indicações terapêuticas são enquadrados como medicamentos e seguem os requisitos de comprovação de segurança,
eficácia e qualidade da RDC 14/2010.

As empresas produtoras de fitoterápicos devem elaborar relatórios periódicos de farmacovigilância com o objetivo de atualizar os dados nacionais e internacionais de segurança do produto, com suas respectivas análises do perfil risco/benefício, de forma padronizada e consolidada na RDC 04/2009. Na ocasião das renovações de registro, o sumário executivo referente ao período de cinco anos desse relatório deve ser encaminhado para Anvisa.

Existem atualmente cerca de 500 medicamentos fitoterápicos registrados, produzidos por cerca de 120 empresas farmacêuticas, responsáveis pela
farmacovigilância dos seus produtos. A farmacovigilância envolve a detecção de eventos adversos que ocorrem durante ou após o uso de um medicamento, a interação medicamentosa, o desvio de qualidade, o uso abusivo, assim como a inefetividade. As empresas devem ter profissionais treinados capazes de avaliar a gravidade, a causalidade e a previsibilidade das suspeitas de reações adversas recebidas.

A ocorrência de eventos adversos graves deve ser notificada ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária o mais breve possível.

A Anvisa gerencia o Sistema Nacional de Notificações para a Vigilância Sanitária que recebe notificações de eventos adversos de profissionais de saúde ou de usuários cadastrados, por meio de formulários de notificação disponíveis em seu site.

Os usuários também podem comunicar eventos adversos ao profissional de saúde ou para a Vigilância Sanitária Local, que deve, por sua vez, repassar essa informação à Anvisa. O sistema está estruturado e depende do apoio dos profissionais de saúde e usuários para apresentar resultados mais relevantes.

Para mais informações acesse o link : http://www.sendspace.com/file/atbgiy

 
VI Seminário Ativos Dermatológicos

No dia 18/06/2011 a CONBRAFITO participou do VI Seminário Ativos Dermatológicos.

Para conferir um pouco do que aconteceu por lá clique no link : http://bit.ly/mIdSsA

 
MOPORV – Movimento Popular de Rio Verde - GO no CONGREFITO

No ultimo domingo (22/05/2011), tivemos o prazer de receber em nosso II Curso Multidisciplinar de Fitoterapia 16º CONGREFITO, Adriana Sousa e Silva Carvalho (Farmacêutica), Afra Maria de Sousa Ramada ( Gestora/ Presidente ) e Valdivina Alves de Sousa ( Farmacêutica), que são integrantes do MOPORV – Movimento Popular de Rio Verde - GO.

O Movimento Popular de Rio Verde é referência na cidade que fica no Estado de Goias. O grupo é composto por 22 integrantes, à maioria mulheres com idade a cima de 40 anos.

Elas plantam e colhem ervas medicinais, manipulam medicamentos que amenizam o sofrimento da comunidade rio – verdense. Para incentivar o consumo de alimentos mais saudáveis, são produzidos pães, bolos e biscoitos a base de ingredientes naturais.

O movimento popular de Rio Verde faz visitas aos bairros da periferia; dando auxílio às mães de como cuidar das crianças usando remédios caseiros, distribuem suplementos alimentares, a multimistura, tão importante para o crescimento saudável das crianças.

A filosofia que dá força e mantém o grupo unido é a de que “Os que podem mais devem contribuir com os menos favorecidos”.

O CONBRAFITO apoia e incentiva a iniciativa de Rio Verde assim como todos os movimentos populares que visam a utilização de plantas medicinais e fitoterápicos para o bem comum.

Seja você também um afiliado da CONBRAFITO.

 
I Jornada Ciêntifica - Hospital de Medicina Alternativa

I Jornada Ciêntifica - Hospital de Medicina Alternativa

Uma jornada científica pretende divulgar o trabalho realizado pelo Hospital de Medicina Alternativa (HMA) e as pesquisas e estudos desenvolvidos por profissionais da unidade. O evento com o tema Práticas Integrativas e Complementares no SUS: um caminho para a saúde será nos dias 16 e 17 de junho, no Salão Nobre da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás (UFG).
A programação já está definida com assuntos como estudos de plantas de uso medicinal, acupuntura e controle da enxaqueca. A jornada é aberta ao público em geral.

Confira a programação completa da jornada, que será realizada em parceria com a Empresa Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater-GO). Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: 3201-3609.

I JORNADA CIENTÍFICA DO HOSPITAL DE MEDICINA ALTERNATIVA
Práticas Integrativas e Complementares no SUS: um caminho para a saúde
16 e 17 de Junho de 2011

PROGRAMAÇÃO

16/06/11
18:30:
Inscrições e entrega de material
19:30: Apresentação cultural
Abertura solene
HOSPITAL DE MEDICINA ALTERNATIVA: uma experiência a ser compartilhada
Danilo Maciel Carneiro – médico especialista em Homeopatia e em Medicina Preventiva e Social – HMA
PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES NO SUS: um caminho para a Saúde
Carmem De Simoni – coord. da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares do SUS (PNPIC/SUS) – Ministério da Saúde
21:45 Coquetel

17/06/11
8:00 – 11:30
– Apresentação de trabalhos
IDENTIFICAÇÃ E DESCRIÇÃODE ESPÉCIES DE PLANTAS MEDICINAIS USADAS NO HOSPITAL DE MEDICINA ALTERNATIVA EM GOIÂNIA (GO)
Isabella Passos Cupertino de Barros Novais – engenheira agrônoma, especialista em Fitoterapia -HMA
AVALIAÇÃO DA TOXICIDADE AGUDA DOS EXTRATOS ETANÓLICOS DE Alpinia speciosa (BLUME) D.
DIETR.; Alternanthera tenella COLLA; Cassia tora L.; Eclipta alba (L.) HASSK., Hydrocotyle umbellata L. E Melia azedarach L .
Maria Conceição Morais Pereira – farmacêutica, especialista em Homeopatia e Fitoterapia – HMA
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA DE ALGUMAS PLANTAS MEDICINAIS AYURVÉDICAS UTILIZADAS NO HOSPITAL DE MEDICINA ALTERNATIVA DE GOIÁS (HMA)
Débora Mendes de Melo – médica homeopata/HMA

ENVELHECIMENTO E OBESIDADE: O GRUPO DE CONTROLE DE PESO NO PROCESSO DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Kemle Semerene Costa – nutricionista, especialista em Saúde Pública e mestre em Ciênicas da Saúde –HMA
11:30 às 12:00 Oficina de vivência: Consciência corporal e terapia através do movimento
Ceila Portilho Maciel – arteterapeuta e terapeuta corporal – HMA

14:00 às 17:00 – Apresentação de trabalhos
ESTUDO DA QUALIDADE NAS DIVERSAS ETAPAS DE PROCESSAMENTO DE CINCO PLANTAS MEDICINAIS UTILIZADAS NO HMA-SES/GO E CULTIVO DE Hydrocotyle umbellata L.
Mara Rúbia Ferreira Freitas – farmacêutica, especialista em Homeopatia e Fitoterapia – HMA
ENFERMAGEM E ACUPUNTURA NA PROMOÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA E CONTROLE DA ENXAQUECA: UM ESTUDO DE CASO CLÍNICO NA CIDADE DE GOIÂNIA
Regina Maria Moura- enfermeira, especialista em Acupuntura – HMA
MANIFESTAÇÕES ATÍPICAS DO REFLUXO GASTRO-ESOFÁGICO COMO IMPORTANTE OBSTÁCULO À CURA HOMEOPÁTICA
Clóvis de Carvalho Guedes – médico especialista em Homeopatia e Otorrinolaringologia – HMA
ESTUDO FARMACOGNÓSTICO DE CINCO PLANTAS UTILIZADAS NO HMA
Leila Maria Gomes de Oliveira – farmacêutica, especialista em Homeopatia e Fitoterapia – HMA
Lilian Nagata Martins Silva – farmacêutica, especialista em Homeopatia e Fitoterapia – HMA

Local: Salão Nobre da Faculdade de Direito/UFG
Praça Universitária s/n
Setor Universitário
Goiânia-GO

Realização: HMA
Parceiro: EMATER-GO
Apoio: Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO)
Ministério da Saúde
Agecom
Faculdade de Direito – UFG

 
«InícioAnterior11121314151617181920PróximoFim»

JPAGE_CURRENT_OF_TOTAL