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Comitê de Plantas Medicinais

Nota Técnica

Esta Nota refere-se ao fato de já existir instrumentos para viabilizar o cultivo em Sistema de Produção Orgânica ou Produção Integrada.
Saiba mais clicando no link: http://www.sendspace.com/file/t4058j

 
PHYTOPHARM 2012

Organizing Committee of the 16th International Congress
PHYTOPHARM 2012

Para informações acesse: http://www.sendspace.com/file/0ka4f7

 
Redução de tributos

Farmacêuticos esperam redução de tributo

A indústria farmacêutica deve receber neste ano a atualização de uma lista de substâncias que podem ter isenção de PIS e Cofins por serem usadas contra doenças de tratamentos contínuos ou de larga escala.

O setor diz que a renovação dos nomes está atrasada desde 2007, quando a última lista foi liberada pela Receita Federal, por indicação do Ministério da Saúde.

Conhecida como "lista positiva", há mais de dez anos, a relação de remédios que podem ter o benefício deve ser atualizada periodicamente para abranger produtos novos, lançados no mercado.

A indústria aguarda aprovação que pode reduzir em cerca de 11% o preço do medicamento nas farmácias, segundo o Sindusfarma (sindicato do setor).

A lista tem hoje mais de mil itens, no entanto, mais de 300 novos estão pendentes, de acordo com a entidade, que recebeu nesta semana uma correspondência do ministério informando que a atualização está em análise na Receita Federal.

Entre as terapias eleitas estão tratamento de câncer, hipertensão, colesterol, além de antibióticos e antialérgicos.

"Em 2001 veio decreto que dizia que periodicamente haveria revisão dos medicamentos. Mas, desde 2007, parou. Agora o Ministério nos enviou a carta que sinaliza que a Receita deve ter uma posição. Esperamos", diz Nelson Mussolini, do Sindusfarma.

Ministério e Receita confirmam que o processo está em curso neste ano.

 
Fitoterápicos usados no SUS

SUS DA REDE DO RECIFE VAI DISPONIBILIZAR SEIS MEDICAMENTOS FITOTERÁPICOS

A partir da segunda quinzena de janeiro, seis medicamentos fitoterápicos serão incorporados à lista de produtos disponibilizados gratuitamente na rede do Recife do Sistema Único de Saúde (SUS). Eles apresentam propriedades terapêuticas variadas, desde antiinflamatórios, expectorantes e calmantes a analgésicos, antidepressivos, digestivos e antiácidos.
Os medicamentos fitoterápicos utilizam derivados dos vegetais em preparações industrializadas, elaboradas por técnicas de farmácia. Os remédios oferecidos pela Prefeitura de Recife (PE) são registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que exige o cumprimento de critérios de segurança, qualidade e eficácia.
Profissionais da rede municipal foram capacitados para referendar a prescrição dos fitoterápicos na atenção básica. Os novos itens serão disponibilizados em apresentações variadas, como cremes, cápsulas, pomadas e xaropes. Segundo a Secretaria de Saúde, foram investidos R$ 700 mil na compra dos itens.

Veja quais são:


Arnica: anti-inflamatória

Hipericum perforatum (Erva-de-São-João): anti-inflamatória, calmante, cicatrizante, antisseborreica e antidepressiva

Maytenus ilicifolia (Espinheira-Santa): antiácida, analgésica, antidispéptica, cicatrizante, digestiva, antiulcerosa, anti-inflamatória e antiespasmódica

Mikania glomerata (Guaco): broncodilatadora, expectorante e antibacteriana

Peumus boldus (Boldo-do-Chile): estimulante biliar, digestiva, sedativa e antibacteriana

Valeriana officinalis (Valeriana): tranquilizante, sedativa, relaxante e ansiolítica
Com informações da assessoria de imprensa da Prefeitura do Recife.

Fonte: Jornal do Comércio

 
Boletim Planfavi n° 20

Fitofarmacovigilância em destaque

A realização do fórum “Perspectivas para Implantação da Fitofarmacovigilância no Brasil”, organizado pelo Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (SINDUSFAR) em setembro de 2011, reuniu especialistas de diversos setores, como a ANVISA, CVS-SP, CEATOX E UNIFESP e USP, para discutir a possibilidade de criar meios para garantir um uso mais seguro dos fitoterápicos.

Ficou evidente que as possibilidades existem, mas que ainda é preciso ampliar as discussões. Todavia, destacaram-se os trabalhos desenvolvidos na USP (criação de um centro especializado em relatos de drogas vegetais e fitoterápicos) e UNIFESP (Planfavi – Sistema de Farmacovigilância em Plantas Medicinais), este último, considerado o primeiro e único do Brasil dedicado exclusivamente à farmacovigilância de plantas medicinais.

O CEBRID-Planfavi acredita que os fitoterápicos podem contribuir para o crescimento da indústria farmacêutica nacional e ampliar o repertório terapêutico dos profissionais da saúde.

Porém, a farmacovigilância de fitoterápicos apresenta desafios únicos, além daqueles apresentados pelos medicamentos sintéticos. Assim, acreditamos que os esforços de diferentes setores sejam fundamentais para estruturar e operacionalizar estratégias que possibilitem uma melhor detecção e avaliação dos agravos à saúde relacionados aos fitoterápicos.

A própria Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos do Ministério da Saúde destaca em seus objetivos gerais o uso racional desses produtos, demonstrando ser esse um momento oportuno para essa discussão, em consonância com a comunidade acadêmica internacional.

Para mais informações acesse: Planfavi_n20_1.pdf

 
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