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I Simpósio Internacional da Associação Paulista de Fitoterapia – APFIT

No dia 15 de outubro acontecerá o I Simpósio Internacional da Associação Paulista de Fitoterapia – APFIT. Local: Teatro da Faculdade de Medicina da USP – Av. Dr. Arnaldo Vieira de Carvalho n°455, SP próximo ao metrô Clinicas-linha verde.
Confira a programação:

18h30min - 19h: Recepção com Coquetel de boas vindas

19h – 19h30min: Cerimônia de abertura

19h30min – 20h: Palestra

Tema: “Situação atual e perspectivas da utilização da Fitoterapia das Medicinas Tradicionais no Brasil

Palestrante: Dr. Ângelo Giovanni – Ministério da Saúde

20h – 21h15min: Palestra internacional

Tema I: “Proposta da OMS e a perspectiva mundial do resgate das tecnologias das Medicinas Tradicionais para aplicação na assistência à saúde

Tema II: “O uso da Fitoterapia da Medicina Tradicional Kampo na atual assistência à saúde no Japão

Palestrante: Dr. Kenji Watanabe - Diretor Clínico do Center for Kampo Medicine, Keio University School of Medicine, Tokyo, Japan; Vice Presidente da Japan Society of Oriental Medicine e Chairman do Grupo Técnico da WHO/ ICTM - International Code of Traditional Medicine da Organização Mundial de Saúde

21h15min – 22h: Debate

Tema: “Aspectos éticos e legais do uso da Fitoterapia da Medicina Tradicional Asiática no Brasil

Participantes do Debate: Dr. Kenji Watanabe e representantes do Ministério da Saúde, do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura e da Associação Brasileira de Fitoterapia.

Coordenação: APFIT

 
Seminário de Fitoterapia e uso racional de plantas medicinais

Deste seminário alinharam-se ações concretas como um horto de plantas medicinais, já em andamento e um curso de fitoterapia nas práticas integrativas de Guarulhos para profissionais de saúde.
A realização de novos seminários de fitoterapia já está em estudo.



O Seminário de Fitoterapia e uso racional de plantas medicinais será realizado no dia 12 de setembro de 2012 em Guarulhos. O evento tem o intuito de mostrar a necessidade de se discutir e capacitar os profissionais da rede acerca da fitoterapia e plantas medicinais como forma de promoção da saúde, prevenção de doenças e auxílio no tratamento das mesmas. O Dr. Sérgio Panizza estará presente abordando o tema: “A multidisciplinaridade da fitoterapia nas práticas integrativas de saúde”


Veja a programação completa abaixo:

08:00h – Café
08:30h – Abertura
08:45h – Apresentação do Grupo Condutor de Práticas Integrativas e Complementares de Saúde – SMS Guarulhos
09:00h – Apresentação Dr Sérgio Tinoco Panizza (CONBRAFITO): “A importância, o uso e o cenário atual da fitoterapia nas práticas integrativas de saúde.”
10:15h – Intervalo Café
10:30h – Apresentação Dr Sérgio Tinoco Panizza (CONBRAFITO): “A multidisciplinaridade da fitoterapia nas práticas integrativas de saúde.”
Mediador: Dr José Carlos de Lima Sechtner (UBS Normandia):
12:00h – Almoço
13:30h – Apresentação Professor Marcos Furlan (Unitau): Da botânica ao cultivo de plantas medicinais
15:00h – Apresentação Professor Marcos Furlan (Unitau). Parte prática dedicada à exposição de algumas plantas medicinais utilizadas pela cultura popular e profissionais da saúde
16:00h – Café e encerramento

Local: Anfiteatro da Secretaria da Saúde; Rua Íris 300; Gopoúva

 
Agricultores do extremo Sul de São Paulo avançam rumo a plano de produção orgânico

Entender que a transição da agricultura convencional para orgânica vai além da substituição de insumos, mas depende de conhecimentos profundos sobre a biodiversidade e a nutrição das plantas, é o importante passo para o sucesso desse sistema. A reflexão foi trazida pelo professor Júlio Soraggi na aula do último dia 4 de setembro, dentro do projeto “Educação Ambiental para Incentivar a Agricultura Orgânica nas APAs Bororé-Colônia e Capivari-Monos”, realizado pelo Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade e pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de São Paulo, através do FEMA – Fundo Especial do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de São Paulo.

O aprendizado sobre as culturas anuais incluiu detalhes sobre cada vegetal, da semeadura das mudas de brócolis em dia de flor e lua crescente, do uso do composto biodinâmico para a berinjela, passando pelo cuidado com o excesso de cobre nos tomateiros, ou o uso de quebra-vento e de sementes sadias para o pimentão. Ao mesmo tempo, a fabricação do fertilizante orgânico “bocachi” e da calda bordalesa foi realizada durante a aula, permitindo a compreensão da medida exata de cada item desses importantes insumos utilizados na agricultura orgânica.

Além das aulas direcionadas ao cultivo, vêm sendo construídos os planos de trabalho em cada uma das 17 propriedades envolvidas com o projeto. “São necessárias metas coletivas, com a visão do que cada um pretende plantar, a previsão da colheita e a análise financeira do trabalho de conversão para os orgânicos, permitindo medir as conquistas do grupo”, afirma Mônica Pilz Borba, coordenadora do Instituto 5 Elementos.

Nesse sentido, alguns caminhos para o fortalecimento do grupo já vem sendo seguidos, como o trabalho de adesão ao Protocolo de Boas Práticas Agroambientais. Criado em setembro de 2010, numa parceria do Governo do Estado de São Paulo e a Prefeitura Municipal, o Protocolo consiste no comprometimento dos agricultores em realizar a conversão agroecológica com a assistência da Casa de Agricultura Ecológica de Parelheiros. O incentivo à integração na Cooperapas – Cooperativa Agroecológica dos Produtores Rurais e de Água Limpa de SP, que permite compras coletivas e projetos conjuntos, até o envolvimento com a nova Plataforma de Apoio à Agricultura Orgânica na Cidade de São Paulo – documento de treze instituições da sociedade civil a ser lançado em 16 de setembro às 10 horas no Centro Paulus, em Parelheiros.
Na aula também ocorreram uma feira de troca de sementes, projeção de filme sobre a arquitetura dos formigueiros e até uma dinâmica sobre como realizar nós e amarras – conduzida pelo agricultor Geraldino Ferreira – valorizando os saberes do grupo de agricultores.

Fonte: http://5elementos.org.br

O CONBRAFITO fará ações na parte educacional com plantas medicinais orgânicas.

 
Candidatos à Prefeitura e Câmara Municipal assinam Plataforma de Orgânicos em São Paulo

Documento é um guia para a agricultura sustentável na cidade na cidade, com orientações para os próximos 10 e 15 anos.

O lançamento da Plataforma de Apoio a Agricultura Orgânica na Cidade de São Paulo, ocorrido no último dia 16 de setembro, no Centro Paulus, em Parelheiros (SP), contou com a adesão de dois candidatos à Prefeitura e seis à Câmara Municipal. O evento proporcionou um importante debate entre agricultores, representantes da sociedade civil organizada e candidatos com foco nas reinvindicações do documento. Comprometeram-se com o documento os candidatos à prefeitura Soninha Francine (PPS) e Fernando Haddad (PT), e os candidatos a vereador Nabil Bonduki e Alfredinho do PT, Marcos Fernandes e Victor Kobayachi do PSDB, Gilberto Natalini do PV e Antonio Goulart do PSD.

Estiveram presentes no lançamento 50 participantes que compartilharam da visão de que a agricultura urbana é uma necessidade crescente para a qualidade de vida nas cidades, pois além de promover a produção orgânica, representando o caminho para a alimentação saudável, propicia a proteção de mananciais e de áreas verdes que sustentam a vida na metrópole. “A Plataforma é uma bússola para os próximos 15 anos, visando o reconhecimento das áreas rurais da cidade no Plano Diretor, bem como dos agricultores familiares como guardiões das áreas verdes, que impedem a ocupação desordenada”, ressaltou Mônica Pilz Borba, coordenadora geral do Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade.

Existem cerca de 400 agricultores familiares no município de São Paulo, 300 concentrados na zona sul, sendo 30 pequenos produtores orgânicos, e na zona leste e norte, onde há cerca de 100 agricultores, a maioria já produz no sistema orgânico. “Torna-se prioritário reorganizar o território da cidade, incentivando o desenvolvimento nos bairros da periferia, as compras regionalizadas, o licenciamento pelas subprefeituras e a criação de feiras locais”, defendeu Soninha Francine.

Segundo Nabil Bonduki, São Paulo esgotou os limites do desenvolvimento horizontal, devendo haver planejamento nas zonas rurais para conter esse desenvolvimento em áreas de preservação e de cabeceiras. A Plataforma propõe, entre outros temas, redimensionar o uso das áreas rurais na revisão do Plano Diretor de São Paulo, apoiar a regularização fundiária nas zonas rurais do município, com assistência jurídica e técnica gratuita aos agricultores ou criar uma legislação que permita o pagamento por serviços ambientais.

Para Arpad Spalding Reiter, do Instituto Kairós, a região sul tem desenvolvido a agricultura e a interlocução com o poder público, principalmente com a criação dos Conselhos das APAs e do fortalecimento dos grupos sociais locais, entre eles os agricultores. “Mas ainda falta um programa público de manutenção da agricultura na região, que não depende de governos”, afirmou.

Fonte: http://5elementos.org.br

 
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