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Fiocruz e Universidade Paris 8 firmam Entendimento de Cooperação Internaciona

Fiocruz e Universidade Paris 8 firmam Entendimento

de Cooperação Internacional

O Coordenador do Nucéo de Gestão em Biodiversidade

e Saúde de Farmanguinhos (NGBS), Glauco Kruse Villas Bôas,

participou em novembro, de atividades

organizadas pela Equipe de Ciência e

Educação do Laboratório Experice,

da Universidade Paris 8 na França. O convite foi fruto do Memorando

de Entendimento para Cooperação Técnica Internacional- ME entre a

Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Universidade Paris 8, assinado

em maio de 2014 pelo presidente da Fiocrz, Paulo Gadelha e a

presidente da Paris 8 Danielle Tartakowsky. São coordenadores do

ME, pela Fiocruz Glauco Villas Bôas e pela Universidade Paris 8 Monica Macedo.

O acordo entre as instituições foi firmado pelo período

de cinco anos, com a possibilidade de ser renovado e

estabelece parcerias em projetos que envolvam o

NGBS, relacionados à educação; intercâmbio de

pesquisadores e professores; estudos para desenvolver

cursos de pós-graduação (mestrado binacional);

organização conjunta de conferências, simpósios

e seminários; elaboração de projetos de pesquisa; publicação de artigos e trabalhos.

O coordenador do NGBS realizou palestra na Paris 8, na tarde do

dia 19/11/2014, com o título “As múltiplas dimensões da produção

de medicamentos fitoterápicos no Brasil: a educação, a inovação,

a biodiversidade, intervenção social e desenvolvimento econômico”.

A palestra abordou possíveis formas de mobilização dos diversos

atores, por todo o território do país com a maior biodiversidade

do mundo, na busca de soluções para o desenvolvimento

e produção de medicamentos vindos desta biodiversidade.

Segundo o palestrante o desafio está em criar um

modelo de produção econômica ecologicamente

sustentável, que auxilie na implementação da

Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos,

de forma a se utilizar os recursos da biodiversidade

com o cuidado de preservá-la. Para isso é

necessária a criação de políticas públicas,

que promovam a inovação e o desenvolvimento,

garantindo o respeito a biodiversidade, sem que

estes se tornem obstáculos ao desenvolvimento econômico.

Villas Bôas apresentou aos franceses o

Sistema Nacional RedesFito –SNRF, um dispositivo da sociedade,

aberto a participação de todos e voltado para a promoção da inovação

em medicamentos da biodiversidade. Sistema que busca integrar

atores dos diversos setores ligados à inovação deste tipo

de medicamentos como agricultores, profissionais de saúde,

indústria farmacêutica nacional, instituições de pesquisa,

comunidades tradicionais, movimentos sociais, instituições

do terceiro setor, entre outros.

No dia 21/11/14, Glauco participou de uma conferência

aberta à toda Universidade Paris 8, com o tema

"Desenvolvimento Sustentável, Biodiversidade e

Saúde Pública”, quando apresentou um relato sobre o

trabalho desenvolvido pelo Nucéo de Gestão em

Biodiversidade e Saúde de Farmanguinhos, coordenado por ele.

Durante a estadia em Paris Villas Bôas teve agenda de trabalho, junto à Universidade Paris 8, pautada na discussão de estratégias das duas instituições para a implementação das ações já planejadas no escopo do Memorando de Entendimento.

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Arranjo produtivo de plantas medicinais e fitoterápicos:

Arranjo produtivo de plantas medicinais e fitoterápicos:

a farmácia viva e a assistência farmacêutica a serviço

dos usuários do SUS do município de Niterói

O município de Niterói, também parceiro da RedeFito

Mata Atlântica-RJ, foi beneficiado

pelo edital SCTIE/MS no ano de

2013. Na ocasião, o município recebeu do MS o valor aproximado

de R$ 900 mil para desenvolver o estudo e diagnóstico do cultivo

para a produção agroecológica integrada em larga escala.

O estudo deverá considerar o manejo adequado do plantio,

colheita e beneficiamento de espécies medicinais.

O projeto busca contemplar a agricultura familiar de Nova Iguaçu

e da região do leste fluminense,

gerando emprego e renda.

O laboratório escolhido para a manipulação dos fitoterápicos

foi o da Farmácia Universitária da Universidade

Federal Fluminense. As atividades envolvendo o

beneficiamento e a produção de fitoterápicos na

Farmácia Universitária serão financiadas com recursos do

projeto e a produção destinada aos usuários do SUS. A

dispensação atenderá a Política Municipal de Assistência Farmacêutica,

por meio desta Farmácia Pública.

Os atores envolvidos nas diferentes etapas do projeto serão

capacitados por oficinas, com temas que abordam o cultivo agroecológico; o controle alternativo de pragas; o beneficiamento primário e secundário da produção; o uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos e sua correta prescrição, esta última destinada aos

profissionais de saúde prescritores. Desta forma,

fica garantido o envolvimento de agricultores,

estudantes, usuários do SUS e profissionais de

diferentes áreas, incluindo os médicos do

programa Saúde da Família de Niterói.

No momento, os acordos de cooperação entre

as instituições parceiras e o município de Niterói

estão sendo analisados e assim que forem

assinados terão início as primeiras etapas do projeto,

previstas para o primeiro trimestre de 2015.

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Volta Redonda produzirá fitoterápicos utilizando Guaco e Capim Limão

Volta Redonda produzirá fitoterápicos utilizando Guaco e Capim Limão

Parceiro da RedeFito Mata Atlântica Rio de Janeiro o

município de Volta Redonda foi um dos 19 beneficiados

pelo Ministério da Saúde (MS) através do edital

SCTIE/MS nº 1/2014, que apoia projetos na área

de plantas medicinais e fitoterápicos. Volta Redonda

recebeu do Ministério da Saúde o valor de R$ 460.779,40, para desenvolver um

projeto intersetorial e transversal envolvendo

a Secretaria Municipal de Saúde (SMS/VR), gestora do projeto, e diversas

instituições parceiras. O projeto realizará estudo e diagnóstico do

cultivo para produção orgânica integrada em larga escala, considerando

o manejo adequado de plantio e colheita das espécies Mikania glomerata

Spreng (Guaco) e Cymbopogon citratus Stapf (Capim Limão).

Segundo a representante da SMS/VR, Fabiola Martins, para a definição

das espécies foram considerados vários fatores: o fato das espécies

serem aclimatadas na região; as áreas com histórico de cultivo e

possibilidade de desenvolvimento socioeconômico; a prevalência de

enfermidades passíveis de intervenção com o uso de drogas vegetais

e medicamentos fitoterápicos, no caso doenças do aparelho respiratório.

Em saúde mental foram relevantes os transtornos de ansiedade e a

possibilidade de diminuição das principais causas de morbidade hospitalar.

O Laboratório para a fabricação dos fitoterápicos utilizando

Guaco e Capim-limão será em área já definida em projeto

idealizado pela Fiocruz e financiado com recurso do BNDES.

A dispensação atenderá a Política Municipal de Assistência Farmacêutica,

através da Farmácia Municipal e dos dispensários existentes nas

Unidades Básicas de Saúde da Família. Os diversos atores que

atuam nas diferentes etapas do Projeto serão capacitados

sobre o uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos (PMF),

com ênfase nas espécies definidas.

De acordo com Fabíola, a manutenção das parcerias

acontecerá através de articulação, interação e cooperação

entre os agentes de toda cadeia de PMF, numa rede de esforços

para a melhoria da atenção à saúde e a integralidade do cuidado,

ao fortalecimento da agricultura familiar, à geração de emprego e

renda e à inclusão social.

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Anvisa - Boas Práticas de Fabricação de Insumos Farmacêuticos Ativos
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Anvisa publica RDC sobre Boas Práticas de Fabricação de Insumos Farmacêuticos Ativos

São Paulo, 10 de dezembro de 2014

A Anvisa publicou no Diário Oficial da União (DOU), na última terça-feira, 9/12,

a RDC 69/14,

que dispõe sobre as Boas Práticas de Fabricação (BPF) de

Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs).

A nova resolução revogou a RDC 249/05 e atualizou as definições

requisitos de acordo com

guias internacionais, como conceitos de material de partida,

intermediário e data de reteste.

Também foram harmonizadas disposições sobre Estabilidade

com a legislação vigente.

Textos de outras resoluções também foram incorporados

na nova Resolução da

Diretoria Colegiada (RDC), como é o caso da RDC nº 57/2012

que tratava das BPF

de IFAs obtidos por culturas de células/fermentação; e a

RDC 14/2013 que tratava das

BPF de IFAs de origem vegetal. Ambas constam nos

capítulos XVIII e XIX da resolução atual.

Confira aqui a norma na íntegra.

 
Aprovado projeto de estruturação produtiva com valorização da sociobiodiversidade

Núcleo de Gestão em Biodiversidade e Saúde - Farmanguinhos/Fiocruz

Número 01 | 2014

Cabeçalho Redesfito

Newsletter - Novembro/2014

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REDESFITO EM AÇÃO

Aprovado projeto de estruturação produtiva com valorização da sociobiodiversidade

sulbahiaAssinado em outubro/2014 o projeto Saúde e Plantas Medicinais em Sistemas Produtivos Agroecológicos no Extremo Sul da Bahia: Contribuições da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz para o Desenvolvimento Sócio Ambiental e Sanitário de Comunidades em Situação de Vulnerabilidade no Extremo Sul da Bahia. O projeto é coordenado pelo Núcleo de Gestão em Biodiversidade e Saúde (NGBS/Farmanguinhos/Fiocruz) e pelo Laboratório de Monitoramento Epidemiológico de Grandes Empreendimentos (LABMEP/ENSP/Fiocruz).

O projeto está integrado ao Programa de Desenvolvimento Agroflorestal “Produção com conservação: agricultura familiar cultivando a agrobiodiversidade no extremo sul da Bahia”, coordenado pela ESALQ/USP, Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e a Fibria, a maior empresa brasileira de celulose e papel.

As ações para o desenvolvimento do projeto acontecem em sete pré-assentamentos do MST e duas comunidades de pequenos agricultores localizados em quatro municípios: Alcobaça, Itamaraju, Prado e Teixeira de Freitas. Destaca-se, neste contexto, o papel da Escola Popular de Agroecologia e Agrofloresta Egidio Brunetto, que representa um espaço de identidade, de fazer política, de ensino e aprendizado para grande parte destas comunidades.

O projeto tem como objetivos: Inserir plantas medicinais em sistemas produtivos agroflorestais; fortalecer o uso local das plantas medicinais de forma integrada às ações de saúde nos territórios envolvidos; estruturar uma área demonstrativa de produção agroecológica e beneficiamento de plantas medicinais para a inovação em medicamentos da biodiversidade na região; realizar o monitoramento das condições de vida e saúde destas populações e apoiar a integração das ações de saúde implementadas nestes territórios àquelas do
Sistema Único de Saúde do Brasil (SUS), nos nível municipal e local.

O projeto é mais uma vitória dos trabalhadores locais que, após um longo tempo em condições de acampamento e de luta conjunta, conquistaram o direito ao território e a aprovação de um grande projeto de estruturação produtiva com valorização da sociobiodiversidade.

RedeFito Cerrado reúne parceiros do Estado de Minas Gerais

rede-cerradoBHRepresentantes da RedeFito Cerrado reuniram-se dia 23/10/14, em Belo Horizonte, em reunião com diversos parceiros do estado de Minas Gerais, para estabelecer ações de a articulação da Rede neste bioma.

Os professores Glauco Villas Bôas, Francisco Rubió e Albina Nogueira apresentaram o histórico da RedeFito Cerrado, desde as primeiras articulações até os dias de hoje. Os professores destacaram o importante papel da professora Alaíde Braga de Oliveira nesta trajetória. Glauco reforçou a importância da retomada de alguns trabalhos dispersos durante o período de organização e fortalecimento da rede e a formalização de outros projetos, como o de integração do Sistema SIS-PAF e de implantação de um escritório regional das RedesFito.

O gerente do Escritório de Gestão das RedesFito, Thiago Mendes, apresentou as Redes para contextualizar os trabalhos atualmente desenvolvidos, especialmente para os novos participantes. Em seguida, a professora Alaíde apresentou importantes trabalhos que estão sendo realizados com o apoio da Fundação Zoobotânica. Entre eles, destacam-se os voltados para a qualificação profissional em prescrição de fitomedicamentos.

Foram discutidos, também, possíveis projetos e ações de apoio aos projetos já em execução; todos expuzeram as dificuldades encontradas para elaboração e execução de projetos envolvendo fitoterápicos. Alguns entraves foram apontados, como a gestão de projetos amarradas às secretarias de saúde ou aos caminhos para a compra e dispensação destes no SUS. A agricultura esteve em pauta na discussão, caminhos e possíveis mercados para esse tipo de produto foram apontados, mas todos reconheceram as dificuldades burocráticas e de sustentabilidade econômica dos projetos.

Ao final, foram pactuadas ações prioritárias para os integrantes da rede: a integração do sistema SIS-PAF para disponibilização deste serviço aos parceiros da RedeFito Cerrado; a ampliação das discussões relacionadas a Assistência Farmacêutica; a discussão política para estruturação de uma Farmácia Viva em Belo Horizonte e uma conversa com os parceiros do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra de Minas Gerais para apresentação da proposta das Redes. Ficou definido, também, que, durante o processo de elaboração e possível execução do projeto de implantação do escritório regional da RedeFito Cerrado, a interlocutora direta com a equipe do Escritório de Gestão das RedesFito no RJ será a professora Jussara Júlia.

2º Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente promovido pela Abrasco

10726637 796826510380966 1039284452 nEntre os dias 19 e 22 de outubr o GT Saúde & Ambiente da ABRASCO realizou o 2º Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente – II SIBSA, integrando academia e movimentos sociais em discussões voltadas para temas como justiça ambiental, o papel do Estado, modelos de desenvolvimento e outros.

As RedesFito marcaram presença, participando das discussões e apresentando trabalhos. Destacamos a presença de parceiros representantes do projeto Profito; do projeto de Saúde e Plantas Medicinais no Sul da Bahia e de APLs de diversos estados – como Acre e Minas Gerais – além da equipe do Escritório de Gestão das RedesFito.

Durante o simpósio, o professor Paulo Sabroza (ENSP/Fiocruz) parceiro do Projeto de Saúde e Plantas Medicinais no Sul da Bahia, apresentou valiosa contribuição para o painel “Dilemas e Desafios para a Promoção e Vigilância e Cuidado em Saúde e Ambiente”. O professor Tadeu Melo (UFAC) apresentou importantes reflexões para a Mesa Redonda “A função social da ciência, ecologia de saberes e outras experiências de produção compartilhada de conhecimentos”.

No eixo temático “A função social da ciência, ecologia de saberes e outras experiências de produção compartilhada de conhecimento”, Thiago Mendes, gerente do Escritório de Gestão das RedesFito, apresentou trabalho em coautoria com o coordenador do Núcleo de Gestão em Biodiversidade e Saúde de Farmanguinhos, Glauco Villas Bôas, intitulado “O Papel das RedesFito na Ecologia dos Saberes em Medicamentos da Biodiversidade”.

Segundo Thiago Mendes, o evento foi um sucesso pelo nível das discussões, por ter dado voz aos diversos segmentos da academia e dos movimentos sociais e pela exitosa organização da equipe responsável. O gerente do escritório das RedesFito destaca, também, os momentos de socialização nas atividades culturais e o papel deste tipo de evento como um importante espaço político, de discussão e troca de conhecimentos e experiências.

Evento discute portfólio para a inovação em medicamentos da biodiversidade

Notcias.20141030 114900nsp 93A 1ª Roda de Conversa das ResesFito trouxe para discussão o papel do P&D em rede na inovação de medicamentos da biodiversidade, com foco na atuação da indústria, responsável por uma das etapas da cadeia de produção deste tipo de medicamento. Segundo o coordenador do NGBS, Glauco Villas Boas, o papel da indústria é fundamental para a inovação e esta não pode esperar que o país crie as estratégias para solucionar todos os problemas... Leia mais





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