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4° Encontro Anfarmag de farmacêuticos Magistrais

4° Encontro Anfarmag de farmacêuticos Magistrais



http://www.encontroanfarmag.com.br/



Já está na hora de se programar para o Encontro Anfarmag de Farmacêuticos Magistrais 2015 – evento exclusivo e gratuito para associados de todo o país que buscam atualização profissional e oportunidades de negócios.

O evento será realizado de 9 a 11 de julho no Palácio de Convenções do Anhembi, em São Paulo, das 14h às 18h. Confira a programação:

9 de julho: Prescrição farmacêutica magistral: legislação, produtos e o que pode ou não ser prescrito
Ministrante: Antônio Geraldo R. dos Santos Junior.

10 de julho: Saiba como prescrever fitoterápicos com posologias seguras, inovadores e regulamentados
Ministrante: Sérgio Tinoco Panizza.

11 de julho: Indicadores para gestão estratégica dos negócios da farmácia
Ministrante: Eduardo Aranovich de Abreu.

Paralelamente ao encontro, será realizado o 10º Congresso Internacional Consulfarma, no qual a Anfarmag também marca presença com um estande para relacionamento com os associados e o mercado.

As vagas são limitadas à capacidade do auditório. Não perca essa oportunidade.

Inscrições: (11) 2199-3499 ou eventos@anfarmag.org.br
*enviar nome completo, CNPJ/CPF e curso de interesse

Curso de Fitoterapia

VI Curso Multidisciplinar de Fitoterapia -20º. CONGREFITO – 2015.

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Fito-Inovação Produto da Medicina Tradicional Chinesa

Fito-Inovação
Produto da Medicina Tradicional Chinesa


Ganoderma (Lingzhi).
(011)5572-4740.



Para maiores informações ligue no número:
(011)5572-4740.

Farmácia Phytoshop Panizza
Unidades Vila Mariana e Morumbi.












 
“Plantas medicinais - a saúde em suas mãos” é tema da XIII Semana de Fitoterapia de Campinas

XIII Semana de Fitoterapia de Campinas

Prof. Walter Radamés Accorsi

“Plantas medicinais - a saúde em suas mãos” é tema da XIII Semana de Fitoterapia de Campinas

Em 2015, de 14 a 17 de abril, será realizada a XIII Semana de Fitoterapia Prof. Walter Radamés Accorsi. O evento que será sediado em Campinas, no Instituto Agronômico (IAC) e na Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), e terá como tema Plantas medicinais - a saúde em suas mãos, buscando inspirar os profissionais da saúde e a população em geral a prescreverem e usarem as plantas medicinais e os fitoterápicos de maneira segura e com respaldo da legislação.

A Semana contará com palestras, oficinas e curso para estudantes e profissionais que atuam no ramo da fitoterapia.

Esta 13.ª edição trará renomados palestrantes, já confirmados:

  • Enfermeira - Priscila Colacioppo - Fitoterapia na gravidez, parto e nascimento.

  • Farmacêutico - Sérgio Panizza - Plantas medicinais e fitoterápicos: prescrição multidisciplinar e aplicação segura.

  • Médica - Eloísa C. Pimentel de Magalhães - A saúde segundo Hildegarda de Bingen.

Oficinas confirmadas:

  • Sabonetes artesanais;

  • Jardim dos sentidos;

  • Culinária de receitas saudáveis de Hildegarda de Bingen;

  • Culinária com hortaliças não convencionais.

Visitas técnicas confirmadas:

  • Instituto Agronômico - seção de plantas aromáticas e medicinais

  • CPQBA - Unicamp - centro de pesquisas com plantas medicinais

Curso de Fitoterapia para estudantes e profissionais da área

A Semana irá contar com novidades:

  • Apresentação de trabalhos sobre o tema: painéis e forma oral.

  • Cine-arte - Vision (vida e obra de Hildegarda de Bingen)

A XIII Semana de Fitoterapia é uma realização da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral – CATI, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e da Prefeitura Municipal de Campinas e está aberta à participação gratuita de todos os interessados.

O evento tem como parceiros: a Associação Cornélia Vlieg/Oficina Agrícola do Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira, Associação de Agricultura Natural de Campinas e Região – ANC, o Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (CPQBA) da Unicamp, o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), a Rede de Municípios Potencialmente Saudáveis, o Horto comunitário de Santa Bárbara D’Oeste e a Brinquedoteca do Pq Ecológico. Sua organização é realizada pelo Grupo Saberes à Luz do Sol.

A programação inclui ainda, área de exposição e venda de produtos relacionados e apresentações artísticas e atividades corporais.

Venha prestigiar a Semana de Fitoterapia e compartilhar conosco saberes e alegria.

Aproveite esta oportunidade de participar e convide seus amigos.

Mais informações: contato@semanadefitoterapia.com.br

Ou clique no link:
http://www.cdarcie.wix.com/semanadefitoterapia




Curso de Fitoterapia

VI Curso Multidisciplinar de Fitoterapia -20º. CONGREFITO – 2015.


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I Simpósio de Plantas Medicinais e Fitoterapia da Cidade de São Paulo


http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/umapaz/noticias/index.php?p=192544
Objetivos
:

Apresentar a contribuição dos cursos de plantas medicinais e de fitoterapia às Políticas Públicas – implantação e implementação das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde; Promover a integração e a troca de experiências dos ex-alunos dos cursos de plantas medicinais e fitoterapia.

Público-alvo:

Profissionais de saúde do SUS e da rede privada, gestores, ex-alunos dos cursos de plantas medicinais e fitoterapia, comunidade científica, estudantes e profissionais com atividades afins.

Clique aqui para fazer o download da programação em PDF.

Comissão Organizadora:

Linete Maria Menzenga Haraguchi (PMSP) – Coordenação geral
Emílio Telesi Junior – Médico Prof. Dr. (SMS-SP)
Adão Luiz Castanheiro Martins – Eng. Agrônomo MSc. (SVMA)
Luis Carlos Marques – Farmac. Prof. Dr. (APFIT e UNIAN)


Comissão Científica:

Nilsa S. Yamashita Wadt - Prof. Dr. (FOC, UNIP e INCOR) Presidente
Caroly Mendonça Zanella Cardoso – Farmac. MSc. (FOC e CRF-SP)
Marcos Roberto Furlan – Eng. Agrônomo Prof. Dr. (FIC e UNITAU)
Ricardo Tabach – Biólogo Prof. Dr. (UNIFESP-CEBRID)

Para realizar a sua inscrição, preencha o formulário (disponível aqui) e
aguarde confirmação da coordenação*.

Dia: 16 de maio de 2015, sábado
Horário: das 8h às 18h
Local: Auditório da Universidade Paulista (UNIP).
Endereço e estacionamento: Rua Vergueiro, 1211 – Paraíso, SP.

* Inscrições: 1 kg de alimento não perecível para doação às instituições assistenciais.
Os alimentos deverão ser entregues no dia do evento, no andar térreo.

*As inscrições somente serão efetivadas após confirmação pela Coordenação, VAGAS LIMITADAS.


Mais informações e dúvidas: inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br
ou pelo telefone: (11) 5572-1004


Ou Clique no link abaixo:
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/umapaz/noticias/index.php?p=192544


Curso de Fitoterapia

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MEL BRASILEIRO EM RISCO!

MEL BRASILEIRO EM RISCO!

Manifesto pela retirada de todos pedidos de liberação de eucalipto transgênico na CTNBIO.

Depois da soja e do milho transgênico, agora é a vez do Eucalipto. Está em processo de

liberação comercial o eucalipto transgênico da empresa FuturaGene Brasil Tecnologia Ltda./Suzano na

Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). O nome transgênico significa que o organismo

possui genes em seu DNA que foram inseridos artificialmente, de modo que este organismo passa a

expressar alguma característica que não teria naturalmente. No caso do Eucalipto transgênico,

chamado de Evento H421, há um gene inserido que aumenta seu crescimento, podendo o corte ser

feito em menos tempo. O uso dessa variedade transgênica, contudo, visa apenas o aumento da

própria produção para ampliar o lucro desta grande empresa de papel e celulose, desconsiderando os

riscos de possíveis problemas ambientais e de saúde decorrentes do plantio do eucalipto H421, além

da relevância econômica e cultural da produção de mel nacional.

Mais uma vez os interesses comerciais estão se sobrepondo aos direitos dos consumidores, à

proteção do meio ambiente e da saúde da população. Por isso, as entidades abaixo-assinadas se

manifestam a favor do arquivamento do pedido de liberação da comercialização deste organismo

transgênico considerando os grandes riscos relacionados a perdas econômicas na apicultura,

contaminação genética e outros riscos que estão detalhados abaixo:

Perdas econômicas na Apicultura:

O eucalipto é a principal fonte de néctar e pólen usada pelas abelhas na fabricação do mel no

país, principalmente nos Estados do Sul, Sudeste e Nordeste. O mel contém mais ou menos 1% de

pólen e estima-se que quase todo o mel produzido no Brasil tenha predominantemente grãos de

pólen de eucalipto. Segundo o SEBRAE (2014), a produção de mel hoje no Brasil chega a mais de 40

mil ton/ano, envolvendo 500 mil apicultores, em geral pequenos produtores da agricultura familiar. O

mel obtido em plantios de Eucalipto é considerado de alta qualidade, muitas vezes classificado como

orgânico, além de ser produto de alto valor medicinal e nutricional. Livre de agrotóxicos (venenos) e

medicamentos, e produzido de maneira orgânica, o mel brasileiro tem forte demanda, tanto no

mercado interno quanto no externo. O país é o 10º maior produtor mundial de mel e 50% de toda a

produção é para exportação. O pólen proveniente dos eucaliptos transgênicos possui o gene inserido

artificialmente, isso significa que qualquer mel produzido em colmeias cujas abelhas visitem flores de

eucaliptos transgênicos também estará contaminado por material transgênico. A detecção dos

transgenes no mel poderá gerar danos socioeconômicos aos apicultores, impedindo-os de rotularem

suas produções como orgânicas ou agroecológicas e aumentando o risco de barreiras comerciais para

exportação do produto, o que pode representar perdas econômicas significativas para o setor.

Contaminação genética:

Os grãos de pólen vindos de árvores transgênicas também tem em seu DNA o gene inserido

artificialmente. A própria empresa FuturaGene reconhece que o pólem do eucalipto evento H421 é

viável, logo, pode fecundar flores de eucaliptos não transgênicos e dar origem a novas árvores de

eucalipto. O transporte deste pólen por abelhas ou pelo vento pode chegar a centenas de metros ou

até alguns quilômetros, sendo impossível deste modo impedir o cruzamento entre árvores de

eucaliptos transgênicos e convencionais, e podendo contaminar até estoques de sementes potenciais.

A contaminação transgênica de plantações de eucaliptos convencionais destinadas à indústria de

papel, celulose e madeira pode fazer com que o produtor de eucaliptos convencionais perca sua

certificação, já que as principais certificadoras socioambientais reconhecidas mundialmente (tal como

o FSC) não aceitam a produção de árvores transgênicas.

Risco de modificações não-intencionais

Parte significativa dos riscos dos organismos transgênicos para o meio ambiente e à saúde

provém de potenciais alterações não intencionais provocadas pela inserção de genes de outros

organismos no DNA destas plantas. Dentre os “erros” que podem ocorrer com a transgenia estão

alterações não desejadas em características biológicas/fisiológicas que podem levar à produção de

moléculas que o organismo não produz em condições naturais, inclusive toxinas ou substâncias

alergênicas.

Segundo análise do Ministério do Desenvolvimento Agrário apresentada durante a Audiência

Pública promovida pela CTNBio, os documentos fornecidos pela FuturaGene apresentam falhas que

não permitem que se conclua se a planta modificada em questão é ou não segura para as abelhas .

É importante ressaltar que a espécie de abelhas A pis mellifera é generalista ao forragear, isto

é, ela visita flores de diversas espécies quando busca néctar e por isso é um importante agente

polinizador de várias plantas, inclusive de culturas usadas para alimentação, como a abóbora, feijão,

pepino, tomate, e muitas outras. Logo, um risco a saúde destes insetos representa também um risco

para a produção agrícola de alimentos.

Criação de patógenos resistentes a antibióticos:

O eucalipto transgênico H421 possui uma cópia do gene nptll inserida em seu DNA. Este gene

codifica a enzima neomicina fosfotransferase, que confere resistência a diversos antibióticos e que

poderá ser também consumida quando presente no mel. A presença desta enzima nas colmeias

poderá selecionar patógenos resistentes ao antibióticos que poderão causar doenças de difícil

controle nas abelhas. Além disso, desconhece-se o efeito desta enzima sobre as bactérias presentes

no trato intestinal das abelhas e dos humanos que consumirem esse mel.

Alterações na dinâmica das microbacias

A inserção do gene c el1 no eucalipto transgênico aumenta sua taxa de crescimento, podendo

ele ser cortado com 5,5 anos de idade, enquanto o eucalipto convencional só é cortado a partir de 7

anos de idade. O eucalipto, assim como outras espécies arbóreas, consome mais água durante os

primeiros anos de crescimento. A alta taxa de crescimento da variedade transgênica faz com que o

consumo de água desta seja maior, o que pode alterar o balanço hídrico da microbacia na região onde

se realizar o plantio.

Tendo em vista as incertezas sobre os efeitos de longo prazo para saúde e o meio ambiente do

uso comercial de eucaliptos transgênicos em virtude da baixa qualidade ou mesmo inexistência dos

estudos aportados, e considerando a inevitável contaminação transgênica da produção convencional,

entendemos que a sua liberação comercial, além de inconstitucional por ofender o princípio da

precaução (art. 225, V da CF) e o da defesa do consumidor (art. 170, V da CF), descumpriria

compromissos internacionais assumidos no âmbito do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança,

um acordo ratificado por 150 países, e do qual o Brasil é signatário.

Os argumentos acima expressos foram enviados por carta às empresas que pediram à CTNBio

a liberação do eucalipto transgênico. As empresas FuturaGene e Fibria responderam de forma

evasiva, enquanto as empresas ArborGen e International Paper do Brasil sequer responderam,

evidenciando o descaso com o ambiente, com a produção tradicional de mel, com os cultivos de

eucalipto natural e principalmente com a saúde das populações humanas e animais.

Sendo assim, diante dos argumentos expostos, nos manifestamos a favor da retirada de

qualquer pedido de liberação comercial do eucalipto transgênico protocolada junto à CTNBio por

parte da FuturaGene Brasil Tecnologia Ltda., bem como todos os demais pedidos de liberação

provenientes das empresas ArborGen Tecnologia Florestal Ltda., International Paper do Brasil Ltda. e

Fibria Celulose S. A.

Assinam esse manifesto:

ABA - Associação Brasileira de Agroecologia

AGAPAN - Associação Gaúcha de Proteção ao Meio Natural

AS-PTA - Agricultura Familiar e Agroecologia

Associação Brasileira de Agricultura Biodinamica

Associação Brasileira de Saúde Coletiva - Abrasco

Associação Comunitária João de Barro

Associação Cultural e Ecológica Pau Brasil de Ribeirão Preto/SP

Associação de Agricultura Orgânica - AAO

Associação de Defesa do Meio Ambiente de Araucária - AMAR

Associação de Proteção ao Meio Ambiente de Cianorte - APROMAC

Associação Nascentes

Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida

Centro Agroecologico TERRA VIVA – Itamaraju Bahia

Centro de Estudos e Pesquisas para o Desenvolvimento do Extremo Sul – CEPEDES/BA

Centro Ecológico Ipê

Centro Vida Orgânica

Comitê Estadual Gaucho da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela vida

CONBRAFITO - Conselho Brasileiro de Fitoterapia

CSF - Conservação estratégica

Ética da Terra - Instituto Ita Wegman do Brasil

FASE - Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional

FASE/ES - Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional de Espirito Santo

Gondola Segura

Grupo CoCriação Alimentação e Sustentabilidade

Instituto 5 Elementos

Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - Idec

Instituto Curicaca

Instituto Kairós

Instituto Pedro Cozzi - Espaço DAR VIDA

Instituto Terramar

Movimento Sem Terra - MST/Brasil

Movimento Urbano De Agroecologia – MUDA SP

Núcleo Apetê-Caapuã de Agroecologia - UFSCar/Campus Sorocaba

Núcleo Tramas - Departamento de Saúde Comunitária - Faculdade de Medicina/Universidade

Federal do Ceará

Reliplam Brasil - Rede Latino-Americana Interdisciplinar de Plantas Medicinais, Aromáticas e

Nutracêuticas

Renanosoma - Rede de pesquisa em nanotecnologia, sociedade e meio ambiente

Slow Food - SP

SOS Cuesta de Botucatu

TOXISPHERA Associação de Saúde Ambiental







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